domingo, 15 de julho de 2007

Ao Alentejo....Que amo.

Terra Lavrada
No caminho de Alcáçovas
Tanque das Antas
A minha amiga de Fronteira
.....................................................................................
Terra bravia, terra lavrada
Terra sadia e muito amada
Terra magia , terra de pão
Terra que cria primavera e verão
Queimada esta terra, de sangue regada
Campo de batalha de muita jornada
Terra de morte, terra de vida
Por muitos lembrada, por tantos esquecida
Toda a sua gente, pela força e raça
Não deixa indiferente, quem por aqui passa
Milho arroz ou trigo , seara dourada
É o Alentejo,
É terra sagrada!!!!!

11 comentários:

DE-PROPOSITO disse...

O Alentejo, a imensidão, tão grande e tão pequeno. E que paz de espírito nos provoca.
Alcáçovas, terra dos chocalhos.
Os chocalhos um alerta para que o pastor não perdesse os animais. E pelo som, ele sabia qual se tinha extraviado.
Fica bem.
E a felicidade por aí.
Manuel

avelaneiraflorida disse...

Que bom! Eu que adoro a terra, a cor ,o cheiro, o pó,as pedrinhas soltas....

Na infância estive pelo Alentejo e o que dele recordo é bom!!!

Agora, poucas vezes o visito...mas tenho sempre AMIGOS generosos que mos têm mostrado...
e tenho revivido momentos lindos!
Que bom, este post!
Bjks!

Laura disse...

Bichinho de contaaaaaa (laurinha entrando a refilar) onde é que já se viu? então a menian entra e sai e depois esquece-se de mim? e eu calhar idem, mas lembro sempre de ti queridinha.
Linda poesia e muito verdadeira.
Fui ao Alentejo por várias vezes, tinha lá uns pais adoptivos que tinham um monte lindo, aquilo era quente, terra seca e quando saia da cozinha para fora, para a rua tinha de colocar os óculos que não conseguia ver com aquele sol dourado e o branco da casa, mas lindo era sim senhora.
Abraço a ti cheio de beijinhos e a ver senão nos perdemos de vista de novo...

marazul disse...

ola ell.
de branco caido, barra de azul, monte alentejano perdido entre as fontes, deixa correr o olhar perdido na lonjura da planicie, terra de amor e amizade, feita no repartir das terras, terras de abril, de longe veio o amor á terra sentida em cada cavadela, em cada corte do machado no sobro, no azinho nas lagrimas das fontes, aguas cristalinas do teu saber.
crias-te amizade ela foi ficando hoje estara por ali com outros que foram ficando eternamente ja nao partem acharam o que procuravam, terras fertéis, rasgadas pelo arado esventradas deixam o amor a solta, em voo planado abrem as asas procuram na terra humida, nos riachos e nos silvados o alimento que no alto ha-de encher de vida, vidas que se ande lançar aos ceus, voltar a planar e ficar nas terras do alentejo.
um beijo amor

Teresa David disse...

Também gosto mto do Alentejo desde sempre. Considero as suas planícies, a par com o mar, os sítios mais revitalizadores e tranquilizantes para mim.
Bjs
TD

De Amor e de Terra disse...

Realmente Amiga, este Poema demonstra um grande Amor pelo Alentejo...
Que bom, quando a nossa Terra( onde nascemos ou que escolhemos para nossa), nos faz escrever deste modo!!!
Beijos e Parabéns.
Gostei muito; simples e diz tudo!

Maria Mamede

poeta_silente disse...

Oi, amiga.
Lindo Blog. Gostei.
E ver terras de Portugal, ler poesias a respeito, dá-me a sensação de que estou a visitar a tua Pátria. É bom demais.
beijos
Miriam

Lurdes disse...

Do pouco que eu conheço, também adoro! Se não fosse transmontana seria alentejana concerteza!!!

O desafio não está esquecido...

Beijinhos

Maria Faia disse...

Querida Amiga Bichodeconta,

Nas terras alentejanas,
vivem sonhos semeados,
crescem espigas de liberdade,
jazem gritos de morte abafados.
Por terras alentejanas,
respiro ares de verdade,
trilho caminhos sonhados,
renasço na fortaleza da fraternidade.

Beijinhos

Alexandre Pirata disse...

Maria Adelaide a menina do Levantado do Chão!
Este Alentejo imenso, fica ainda mais belo nos teus Poemas.
Hoje passei pela tua bonita terra, Lavre, Villa Altaneira, estive na Coop. Boa Esperança e na Freguesia, recordei a família do Levantado do Chão.
Recordei o suor árduo das ceifas, o negro das carvorias, a jornada de sol a sol, que os nossos pais, a avó Joaquina e a minha avó Cesaltina "Chumbaças" e a bisavó Justina (que nos deixou a poucos meses dos 100 anos), as tais das Courelas da Caneira, que viveram na 1ª pessoa e nos deixaram lindos testemunhos de preserverância, dedicação, solidariedade, amor pelo próximo e uma disponibilidade permanente para fazerem bem sem tão pouco perguntarem a quem. Eu ainda partilhei alguns destes episódios, principalmente as ceifas e carvorias. Em breve vou dedicar um Post, á minha avó "Velhinha" tão querida, que continua eternamente na minha memória.
Agradeço o simpático comentário, que partilhou nas Abelhinhas, e fico ainda mais comovido ao saber que também é madrinha de inumeros imigrantes, que tanto agradecem a sua amabilidade, generosidade e mais ainda o afecto e carinho que com eles reparte, quantas vezes mais valioso que os bens materiais!
Este tema não dava para um Post, mas para um Livro, as histórias de centenas de imigrantes que tive o privilégio de apoiar. Tenho imenso orgulho, de assim devolver a gratidão que o Povo Soviético me deu, durante os 6 anos que estudei graciosamente Agronomia no Cáucaso, perto do Mar Negro.
Este nosso cartão de visita é muito bonito, parabéns Maria Adelaide! Sacha ou "Cawa" em Cirílico.

Flôr disse...

Aqui à dias passei uma semana no Alentejo, na bonita cidade de Vendas Novas... também gosto do Alentejo.... :)

Sempre que vou ou passo pelo Alentejo, encanta-me ver os ninhos das garças ou será cegonhas?!!... sei lá!!! sei que é bonito de ver aqueles ninhos em pontos tão altos...

Beijos doces da Flor