No dançar da seara dourada
Nas ondas do teu sagrado chão
No vai vem do vento
Ora agreste e frio, ora vento suão
Há em mim sempre o desejo de voltar
Para Além do Tejo
Num veleiro que navega no teu mar
E ficará ancorado no teu coração
Que saudades do meu Alentejo... Um abraço a todos, Ell



Tanque das Antas