




Conheço o sabor da noite , e da alvorada
Aguarela de mil cores, terra de pão
Espigas douradas plo sol, durante o verão
E até as papoilas que dormem com o trigo
São da cor do coração, onde se guarda um amigo
Frescas e extensas paisagens, verdes campos de arrozais
Que nos mostra um Alentejo que não termina jamais
Novelos brancos de lã ,rolando pela pastagem
Com chocalhos tilintando, tal como orquestra actuando
na imensidão da pastagem
O pastor com seu rebanho , tendo um cão por companheiro
Nesta doce solidão , são donos do mundo inteiro...
As fotos foram tiradas no caminho de vendas novas
Acompanhando os passos da seara
Primavera e verão de 2002
Amo o Alentejo


Voltei, a cama vazia de tantos dias








